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terça-feira, 19 de novembro de 2013

DOCE NOVEMBRO

               O Tudo só é tudo porque o nada é fruto do acaso, nada é muito pouco
as vezes quase nada. Pouco: foi aquilo que sobrou da festa. Pouco, foram as verdades
numa demorada roda de prosa. Pouco, foram nossos beijos. Pouco, foi o frio num inverno seco.
Pouco, é o ferro no meio de tanta ferrugem.

                Onde vamos no meio de tanta complexidade? você acha que a vida é tudo,mas
a vida é um pedaço de mim. A vida é um passo, e as vezes mal dado, vida é aquilo que te ajuda a se entender. As vezes converso mas pouco se entende, isso porque minha conversa é de alma para
alma. Pense em tudo que você espera de mim e confirme que quem espera cansa de esperar.
Me entenda na minha ausência e olhe pra sí antes do mergulho nas teorias. O Novembro só foi doce, porque  EU, no meio dos destroços garimpei possibilidades, juntei os mil pedaços e me refiz...ou me refaço. Não gosto de falar de amor e só por isso não falo. Gosto mesmo é da matéria, dos números,da ciência, da religião e de saber que tudo isso me pertence e eu não pertenço a nada, o mesmo nada do mesmo acaso.

                 Prove que deus não existe que eu te rezo um terço, mas não use de silêncio
pra isso. O meu português não é europeu, nem nacional, por isso não se discute. Eu, não escrevo um texto, eu falo ao ''Pé do ouvido''.

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